domingo, 14 de dezembro de 2008

idas

Querida família estou indo para casa. As malas estão prontas com quase 1 semana de antecedência e pasmem, so tres pequenas malas. Sim pequenas, dessa vez não exagerei como o de costume. tenho sido e agido menos exageradamente como sempre fui. Como diria vc mãe, eu sou quase um travesti impossivel não ser notada porque so chego fazendo estardalhaço. Enquanto fazia minhas malas hoje à tarde, contava os dias e a as horas, fui revivendo como num filme o dia em que sai de casa pra ficar longe, ir trabalhar, seguir meu proprio caminho
Como se eu conseguisse esquecer de vcs um minuto sequer...
E por não esquece-los, as evzes esqueço de mim. Queria não sofrer tanto com os problemas de vcs, mas é quase impossivel.
Ja comprei todas as embrancinhas mesmo sabendo que eu mesma nao serei lembrada. Vcs não se lembram mesmo não é? Saçvo exceções aqueles momentos unicos onde minha presença se faz quase que imediata.
Se fossêmos participar de um concurso na TV rádio ou coisa parecida com certeza vcs perderiam feio.
Eu sei de cor a cor predileta de cada um; os estilo de roupa, música, o programa predileto, o hobby, o programa de tv, o aniversario, os ídolos da música, o corinho da igreja. Eu sei tanto sobre vcs e vcs tão pouco sobre mim. Mas não os culpo, vcs nunca tiveram muito tempo para prestar atenção nisso.
Não perceberam que eu nao visto mais roupa indiana nem ando de curturnos pretos. Acreditam piamente que eu usei salto 15 desde a infancia. que eu não tenho mais cabelos cacheados. Não perberam as inumeras vezes em que estive apaixonada e quantas inumeras vezes sofri. Não perceberam o mal que as pessoas me faziam enquanto julgavam só os meus erros.
Eu ainda quero ir para casa...
tanta saudade...
Mas vcs ja se acostumaram a essa como sou, se eu mudasse radicalmente ai quem sabe ate perceberiam alguma coisa diferente, mas sabem que isso acaba com minha chegada.
Doi a saudade, a saudade da noite...
do cafe da manhã,
das manhas de domingo
das férias
das viagens
Saudade de uma csa que já nao é minha
Por enquanto eu ainda nao tenho casa
vida...
Mas estou indo... saudade no peito
malas prontas
estou chegando

domingo, 30 de novembro de 2008

bebida versus telefone

Quando a bebida entra a verdade sái. Eis uma verdade indissoluvel, e contrangedora. POde não ser aquela verdade dígina de ser reverenciada, mas a questao é que a bebida dá coragem aos timidos, fracos, mal rsolvidos, medoros e afins. BAsta um gole. Quer dizer, alguns goles, para que aquela verdade reprimida, jorre feito cachoeira. Pior que a ressaca da bebida, é a dor de cabeça que por causa dela, e por ela e com ela, aconteceram. Sentir que nao deveria ter dito "aquilo", a vonatde de que o mundo sumisse, é comum as que compartilham desse mal. Eu sei que isso acontece com toda pessoa com vida sentimental, profissional e pessoal mal resolvida. Nas duas primeiras cerevejas, a alegria se apodera daquele que cujo o coração dilacerado tenta driblar. A quarta, quinta e sexta, começam a produzir no indivíduo o contato com a realidade que ele tentava se esquivar, ja mais deprimido, ele se cala, e, caso continue na mesa e com o copo, a sétima produz o pranto e suas inquietações tornam-se expostas. E ele ou ela tentou evitar ...
Quando a pessoa se da conta do que ja fez, ou melhor, falou, quer ir embora, a vergonha vai chegando com a quase sobriedade.
É nesse momento que vem a pior parte: o contato telefonico.
Eu sei, vc apagou da agenda, achou que tinha apagado... Você em sã consciencia jamais ligaria; mas essa noite vc é vitima da verdade. Aquela angustia no peito, a saudade que doi, a coragem que faltava vem como se fosse um leao rugindo.
Sim vc agora tem corage, ao menos pelo telefone podera falar tudo o que quiser, a presença evitada será uma aliada, afinal por telefone é sempre mais facil.
Vc ja observou em um bar ou buteco, em determinado momento da noite, basta um giro de olhar e vc vê homens e mulheres empunhando seu aliado (celular) em uma conversa interminavel, enquanto os amigos, em vão, tentam dissuadilo (a).
A cena que começa no bar termina la ou em casa mesmo, geralmente com pedido de desculpa, perdao, reconciliação, declaração de amor, adjetivos perjorativos, tudo pode ser diyto naquele momento.
OUtro dia cometi um desses desatinos etilicos, afinal sou como todos os mortais.
Bom outro dia assim como em outros dias rsrs
apos umas, algumas, peguei o telefone e disquei o numero que eu jurava ter esquecido e apagado.
A voz do outro lado parecia nao acrditar. Gaguejei, arumetei, declarei e me expus. Falei de um tempo que não volta, do sentimento reprimido, da saudade que resiste ao tempo. Falei de uma mulher segura decidida, que ali estava fraca, impotente.
é tarde demais, era a voz do outro lado...
Tu tu tu tu tu
Delisguei o telefone, num lampejo de sobriedade vi o quanto estava sendo riducula.
Assumida a culpa, fui dormir, antes um neosaldina, afinal a dor de cabeça era minha velha conhecida.
Um conselho de amiga: desligue o telefone quando for beber. É uma medida preventiva eficaz, pode ter certeza disso. Mas se nao conseguir evitar, apagar o numero da agenda ou da memoria, apele para a amnesia alcoolica.
Poucos acreditam, mas quem podera provar?

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Desabafo de uma filha

Querida mãe;
Escrevo sem saber quando entregarei a carta ou se você lerá esse desabafo. Tenho meu próprio tempo, mesmo quando não sei como aproveitá-lo.
Passei os últimos anos da minha vida na estrada, procurando me estabelecer como profissional, como pessoa e mulher. A cada km rodado, uma busca frenética pela realização profissional, social e pessoal, deixando para trás o passado, a família e os amigos, e muitos sonhos.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, nunca deixei para trás a saudade. Ela foi minha grande e única companhia e hoje, minha eterna companheira.
Mas a tristeza se faz presente em forma de lembranças; cada uma delas acompanhada de lágrima de dor, muita dor.
Me esforço já quase sem forças, para que as lembranças dos bons momentos sejam mais vivas que as dos maus, no entanto as feridas deixadas não cicatrizaram totalmente, e os bons momentos consolam e amenizam as dores deixadas com elas.
Quando foi que todo mal se instalou?Onde foi que erramos pela primeira vez? Qual foi nossa parcela de culpa? São perguntas cuja as respostas não sei ao certo...
Muitas vezes quando a solidão foi mais forte que eu, me lembrava dos almoços de domingo na casa da vovó Elisa, após a escola dominical. Conversa alta, bagunça, os corinhos, e todos juntos.
Também me apego às recordações das viagens ao Bisnau, nossa predileta por vários motivos: pelo encontro com meu pai, comida da vovó, história do vovô, bacia de alumínio na hora do banho, água esquentada, lamparina, pamonha, seu medo de sapo...
Porque tudo mudou?Porque não pode mais ser como antes?
Porque não posso voltar atrás num tempo em que ao menos eu acreditava ser feliz.
Sei dos incontáveis erros que cometi, alguns deles imperdoáveis. Alguns porque quis, outros sem querer ou perceber, outros para os quais não tenho explicação.
Quem nunca errou?
Tantas vezes fui julgada , criticada, apedrejada; tantas vezes fiz a mesma coisa.
Sempre lutei muito para unir a família em todos os bons e maus momentos, e hoje, sinto-me impotente frustada por não conseguir.
Na trilogia do tempo tenho ficado para trás. Cada um da nossa família parece ter encontrado e seguido seu caminho e criou raizes. E eu?
Como folhas de outono, fico perdida no vento ao sabor do tempo.
Não sou a mulher, a filha, a irma, a enfermeira, a amiga que todos queriam que eu fosse. Sou apenas eu, com todos os meus defeitos e algumas qualidades. Ser feliz hoje, me parece um sonho muito distante de mim.
Mesmo longe amo você e minha familia, e mesmo distante vocês são parte do que eu sou

A culpa é so minha

Entre as pessoas que marcaram a minha vida, tento encontrar as culpas de todas as minhas decepções.
Se me apaixonei pelo meu amigo homessexual a culpa não foi dele, afinal ele até deu todos os indícios e eu não quis ver.
Se eu e minha família sempre vivemos em pé de guerra, a culpa é minha.
Se me apaixonei pelo meu melhor amigo a culpa foi minha, se perdi a pessoa certa a culpa é minha; se reprovei na escola, na faculdade, a culpa foi minha. Se minha mãe não é o meu melhor exemplo de mãe, se não é compreensiva, a culpa é minha, se não sou bem sucecida profissionalmente a culpa é minha, se sou gorda, magra, ambiciosa, boazinha, mentirosa, pregriçosa, a culpa é minha. Se amei não fui amada a culpa é minha, se trai e fui traida a culpa é minha. Tenho que assumir.
Se sou boazinha e as pessoas fazem o que querem de mim e tiram proveito disso, a culpa é minha. Fui eu quem quiz, aceitei e me dediquei. Fui eu que me enganei.
Se me trairam a confiança, minha amizade de novo e de novo; culpa minha. Eu confiei demais, eu não quis a verdade, eu me deixei levar pelas falsas esperanças de que as pessoas fossem como eu.
Se eu muitas vezes quebrei a cara, culpa minha.
Se levei pancada, fui dilacerada, maltratada, difamada, blasfemada, torturada, mal- amada, iludida, perseguida, mal quista, pessimista: culpa minha.
Se errei, blasfemei, não quis ver, ouvir, sentir, pedir, implorar, falar, calar: culpa minha.
Senhora de todas as minhas assumidas culpas, revejo os meus valores e percebo que o papel de coitadinha não me cái bem.
Se sou eu a culpada, porque sofro procurando em outros e nos outros, as respostas para as minhs perguntas?
...
Assumidas as culpas e os erros, remanejo a força da minha raiva e despeito em minha direção.
Parar de assumir o papel de coitada com baixa auto estima e sem vontade nenhuma e seguir adiante parece uma decisão rápida demais pra mim. Mas ninguém a fará por mim.
è a minha hora de dizer FODA-SE e trilhar outros caminhos, tão cheios de culpas como os de agora, mas onde EU tomo a decisão de ser culpada ou não.
Se VOCÊ quer me magoar, ferir, trair, ursupar, depende de mim dizer NÃO.
Se você quiser me amar, zombar do meu amor e amizade, se você me desprezar e não der atenção aos meus valores, depende mim permitir ou não.
Nesse instamte a culpada se retira do palco para entrar em cena uma outra atriz já mais conhecida, que quer entrar em cena no papel principal, a da forte e poderosa protagonista de sua própria vida.
O papel de coadjuvante ja não lhe cai bem.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Te encontrar

Eu não sei como te encontrar
Eu não sei onde como te procurar
No vento ouço sua voz
Até mesmo o seu sussurro
E até quando me visto vc cobre minha pele
Veste meu coração e despe minha alma
Eu não quero esperar vc
Eu não queria
Mas a noite chega sem vc
E acabo me envolvendo de novo
Apaguei seu telefone da minha agenda
Mas não consigo apagar vc da memória
Ja o sei de cor
Protegida pelo anonimato toco seu rosto
seu corpo
seu sexo
Me deixo levar por seus braços
Quando o tempo é certo?
Quando será?
Um dia foi?
Talvez vc nem quisesse vir
Eu insistindo
Fechando meus olhos encontro um caminho
Encontrando o caminho me sinto perdida
Perdida tento te encontrar
Sempre estive ao seu lado
Talvez por isso vc não me enxergue
Não precisa prezar por mim
Não precisa cuidar de mim
Eu só queria que me enxergasse
Pára de procurar
Queria te encontrar
Onde?
Eu andei e não achei
tanto...
Eu busquei
Esperei
Ate cansei...
O que restará..
Aquela melodia que eu gosto
Melancólica
É um piano que toca
Vc sabe onde me encontrar
Sempre soube
Vc sabe como me procurar
E não vem
Antes que as luzes se apaguem
Me busque
Aceite a vela que ofereço
Estou no final da luz
Antes que eu perca minha fé
Não espere que eu termine a reza
A prece ferverosa
Seja o único homem a dizer..
A me ouvir
A falar
A me fazer calar
E você ouvirá meu coração
E você me dará sua vida
E você ficará pra sempre
Acenda a vela novamente
Vc foi deixando que ela se apaguasse lentamente
Me busque antes que eu me perca
Antes de me perder
E não deixe que eu perca a fé
Acredite eu posso ser melhor
Fazer ainda muito mais
Me faz acreditar

sábado, 25 de outubro de 2008

Naiara



Tenho assistido incansavelmente (cansada das repetições) às noticias do caso Eloá. Prefiro não comentar o crime e todas aquelas investigações contraditórias entre os interesses das familias, advogados, estado, policia e principalmente a mídia, urubu em cima da carnificina alheia. Alias a insensibilidade da mídia em relação a esse e a outros assuntos me enoja. Prefiro comentar sobre a amizade de Eolá e Nayara, mais diretamente sobre a volta da menina ao cativeiro. Quem foi ou quem deiixou de ser o responsavel pelo retorno dela ao cativeiro, o fato que é que ela voltou e ficou com sua amiga até o fim. Independente dos motivos, ela esteva lá. Imagino que pra Eloá a presença da amiga fortalheceu-lhe o animo abatido, o medo, a angústia , muitas vezes o desespero. Em meio as ameaças do criminoso, muitas vezes as duas trocaram olahres cumplices, receosas e esperançosas pelo momento em que seriam resgatadas. Naiara deve ter se lembrado das inúmeras vezes em que pediu a amiga que terminassse aquele martirio em forma de namoro. Eloá em sua inocencia tb lmebrou das vezes em que quis terminar e nao teve forças e quando teve naiara esteve la apoiando-a. Fiquei comovida com tudo isso por ver que a amizade ainda existe, por mais que os jogos de interesses, estress, dia a dia,distancia; fatores que motivam a não existencia dos amigos, os verdadeiros amigos.
Lembrei-me dos amigos da infancia, das interminaveis conversas na calçada, brincadeiras, colégio. Lembrei-me dos amigos da adolescencia, dos primeiros beijos, amores, fracassos sentimentais, escola, as confissões...
Lembrei-me dos amigos da faculdade, das festas, festas festas, provas, colas, demoras, dos estágios, das perdas , da empolgação.
Lembrei-me dos amigos que adiquiri pelo caminho, os vários que tenho percorrido com o objetivo de concretizar sonhos e projetos .
Por instantes imaginei quais desses caminhos e em que momentos da minha ou da ida deles algum de nós estaria la como naiara estve. Não sei a resposta a esta ou a outras tantas perguntas .
Quer saber, queridos amigos, amo cada um de vc por mais longe que estejam, por maior que seja o tempo que nos separa,e se um dia precisar de uma naiara conte comigo






Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Mas não me diga isso
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela aparecerá uma lágrima
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor
Mas não me diga isso
É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto, isso passa
Amanhã é um outro dia, não é
Eu nem sei porque me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça,
não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim
Não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim

terça-feira, 23 de setembro de 2008

preta gil

Querida Preta Gil;
Perdoe-me a intimidade, mas parece que somos amigas há tempos, tamanha minha admiração por você.
Alias, permita-me dizer o quanto é bonita, com essa cor moreno jambo amendoada pelo sol litoraneo e genética aprimorada de sua mae. Vc é decidida, confiante, exuberante, competente, batalhadora, UNICA.
Assumiu-se gorda. Não gordinha, termo no diminutivo que a maioria adora atribuir às mulheres mais "cheinhas, rolicinhas, fofinhas, redondinhas"; como se o diminutivo dominuísse também o tom zombeteiro designado aos gordos.
Você é uma mluher gorda, cheia de curvas torneadas, belas, lembrando a mulher saudábel que voce é.... ou era?
Cheia de razão você ousou posar nua. Mostrou a sensualidade existente em cada mulher magra, gorda ou não.
Rompeu paradigmas, brigou com a ditadura da magreza, levantou a bandeira das mulheres reais, despojadas das mediocridade de copiar as "caquéticas magras da moda".
Você foi a voz de milhares, milhoes de mulheres como você: gordas, sexs, vaidosas, amantes, amigas, esposas, mães, M U L H E R E S
Você gritou, conquistou os galãs que elas acreditavam estar accessíveis só as magras. Graças à você, essas mulheres tiraram do armário sacos de batata e abusaram dos micros e macro vestidos, rasgaram as batas pretas, calçaram botas de salto alto, desfilaram o batom vermelho e passaram a seduzir seu homem com calcinhas fio dental.
LIgaram as luzes na hora do sexo e desabrocharam sorrisos faceiros e confiantes. Aliás, depois de você, as gordas engraçadas passaram a ser a mulher-gato, felinas e amantes de si mesmas.
Você revolucionou Levantou a sapucaí nteira frente a uma bateria antes reinada por gostosonas magricelas e apáticas pelo regime.
Foi o auge da vitória que massageou o ego das gordas mulheres enclausuradas pelo sonho de serem livres.
Mas algo abalou o mundo novo que você ajudou a construir: você fez dieta, llipo e se rendeu.
Diante da televisão, lágrimas temperavam pratos de saladas daquelas mulheres que a seguiam convictas.
Agora, camisetão largo, barrigas salientes escondidas sob a calçola de algodao, suas seguidoras empunham pratos e mais pratos de salada e promessas vãs de regime iniciado a cada segunda feira. Afinal, elas querem ser como você.
Roupas coloridas guardadas, fio dental escondido, luz apagada, elas e eles esperam ansiosamente que um dia, o abajur se acenda novamente.