sábado, 7 de fevereiro de 2026

Despedida poetica

 Hoje preciso deixar ir

Dizer adeus enquanto te amo

E sangro

Ficar seria silenciar ainda mais enquanto imploro migalhas da tua atenção 

Quero ir e te deixar para trás 

Não tenho forças para dizer até breve. 

Adeus

A D.E.U.S 

Até a despedida tem seu nome nela.

Preciso te soltar onde as amarras do existem em mim.

Apenas minhas maos tem laços.

Você nunca quis estar atado 

Eu quero ir e te deixar onde minha ânsia por amar me prende

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Jogo de azar

A casa não fala
Está em silencio
o cronômetro enguiçou
Nada resta
O que havia de vida evaporou
Eu me despedacei
Me neguei
Não peço desculpa, não quero desculpa
Meu crime pago com sangue
Do coração que está em cacos
Tenho o orgulho ferido
Ele me é servido feito veneno
Vou bebendo e rindo
Fingindo ser forte,
Eu caio
A sombra na parede tem Um rosto
O meu esculpido em pedra,
O olhar perdido
De quem se perdeu num jogo
Apostou a própria alegria
Vou sangrar seus dias
Não há força pra levantar o copo...
O corpo
Não sou eu o dono do jogo.
Não tenho o que apostar.
Perdi a vida

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Amor que não existiu

 Esse são versos de um amor

Que existiu e não existiu

Existiu em mim

Amor não vivido, experimentado, deixado de lado.

Aflorado na pele, no toque disfarçado, no beijo guardado. 

No beijo pedido, implorado.

Que não me pertenceu.

Esses são versos de amor piegas.

Clichê.

Nasceu em mim.

Só existiu em mim. 

Alimentado por você.

Que não me pertenceu, mas eu pedi.

Supliquei.

Demonstrei.

Eu não soube conquistar

E você não permitia eu me aproximar

E eu ficava ali no canto

Esperando quem sabe você me notar

E se apoderar

Do que já era seu, nasceu para ser seu