Foge por medo ou covardia
Se esconde por querer
O desejo que a consome
A fome que a devora
O instinto que a detê
Se o pecado a impede
O errado não conduz
Incerteza de quem espera
Vontade de quem seduz
E se por errar não pondera
Tentando não consegue
Desejo carne e fogo
Tesão perigo a ceder
Pecadora assumida
Desejar foi o seu mal
Cobiçar o bem alheio
O desejo o seu medo
Seu olhar pecado mortal
quarta-feira, 27 de julho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Fera
Sou uma fera enjaulada
Que gosta de liberdade
Que tem nos olhos brasa
É no coração só saudade.
Se lutar é meu destino
É brigar minha rotina
Não fujo do meu caminho
Sou forte galo de rinha.
Mas toda fera indomada
Tem sua fraqueza escondida
Eu também tenho os meus medos
Mas não sou de covardia.
Sangue quente e mão forte
A verdade vou buscar
Ainda que machucada
Sangrando vou levantar
Derrubada pelo oponente
Sem forças pra continuar
De raiva gravada no dente
Ainda que descrente
De novo vou levantar.
A fera que em mim habita
Corajosa não foge a luta
É fera de coração bom
De sangue quente e alma pura.
Sempre fera....
Que gosta de liberdade
Que tem nos olhos brasa
É no coração só saudade.
Se lutar é meu destino
É brigar minha rotina
Não fujo do meu caminho
Sou forte galo de rinha.
Mas toda fera indomada
Tem sua fraqueza escondida
Eu também tenho os meus medos
Mas não sou de covardia.
Sangue quente e mão forte
A verdade vou buscar
Ainda que machucada
Sangrando vou levantar
Derrubada pelo oponente
Sem forças pra continuar
De raiva gravada no dente
Ainda que descrente
De novo vou levantar.
A fera que em mim habita
Corajosa não foge a luta
É fera de coração bom
De sangue quente e alma pura.
Sempre fera....
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Vida de palhaço
Pinta o rosto o palhaço
De branco e carmim
Fingindo ser o que não é
Tendo a certeza que é assim.
De tanto disfarçar tristeza
E o muito simular alegria
Inverdades são certezas
E sua vida uma mentira.
Mas se o poeta é um fingidor
Que finge sua agonia
O palhaço que é um ator
Pode representar sua própria vida .
E de tanto viver fingindo
Tentando se enganar
Vai acreditando no que diz
Se fazendo de feliz
Na arte de representar.
No seu mundo fantástico
Pode ser o que quiser
Quem sabe até bonito
Talvez muito contente
poderia até ser feliz
O palhaço que diz
O que se verdade não sente.
De branco e carmim
Fingindo ser o que não é
Tendo a certeza que é assim.
De tanto disfarçar tristeza
E o muito simular alegria
Inverdades são certezas
E sua vida uma mentira.
Mas se o poeta é um fingidor
Que finge sua agonia
O palhaço que é um ator
Pode representar sua própria vida .
E de tanto viver fingindo
Tentando se enganar
Vai acreditando no que diz
Se fazendo de feliz
Na arte de representar.
No seu mundo fantástico
Pode ser o que quiser
Quem sabe até bonito
Talvez muito contente
poderia até ser feliz
O palhaço que diz
O que se verdade não sente.
terça-feira, 7 de junho de 2016
Se ela... Se ela ...
Se ela pudesse confessasse seus pecados
Se ela contasse segredos
Se ela revisse seus planos
Se caísse de joelhos
Se tentasse um pouco mais
Se ousasse um pouco menos
Se falasse mais baixo
Se gritasse mais alto
Se menor fosse seu medo
Se mentisse pra alguns
Se não se enganasse
Se dissimulasse sutilmente
Se menos sinceras fossem suas verdades
Se caminhasse lentamente
Se apressasse suas vontades
Se sem pressa fosse seu tempo
Se apressadamente sonhasse....
Se ela contasse segredos
Se ela revisse seus planos
Se caísse de joelhos
Se tentasse um pouco mais
Se ousasse um pouco menos
Se falasse mais baixo
Se gritasse mais alto
Se menor fosse seu medo
Se mentisse pra alguns
Se não se enganasse
Se dissimulasse sutilmente
Se menos sinceras fossem suas verdades
Se caminhasse lentamente
Se apressasse suas vontades
Se sem pressa fosse seu tempo
Se apressadamente sonhasse....
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Ela quis
Ela quis partir
Ela quis voltar
Ela não quis se entregar.
Ela quis sorrir
Ela tentou não chorar
Ela sentiu seu mundo desabar.
Ela quis mentir
Ela se esquivou do olhar
Ela viu ser frágil
Não conseguiu se salvar.
Ela quis ser livre
Ela quis voar
Ela quase chegou a levitar.
Ela então pediu
Ela ousou a implorar
Ela não conseguiu
Viveu prisioneira do amar.
Ela quis voltar
Ela não quis se entregar.
Ela quis sorrir
Ela tentou não chorar
Ela sentiu seu mundo desabar.
Ela quis mentir
Ela se esquivou do olhar
Ela viu ser frágil
Não conseguiu se salvar.
Ela quis ser livre
Ela quis voar
Ela quase chegou a levitar.
Ela então pediu
Ela ousou a implorar
Ela não conseguiu
Viveu prisioneira do amar.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
duas versões
Santa ou pecadora
Doce ou amarga
Serena ou tempestade
Odiada ou amada.
Alegre ou triste
Feliz ou infeliz
Mulher ou menina
Sincera ou atriz.
Reservada ou ousada
Madura ou imatura
Vestida ou nua
Sincera ou falsa.
São duas ou uma
Avesso ou direito
Espelho e reflexo
Falso ou verdadeiro
Doce ou amarga
Serena ou tempestade
Odiada ou amada.
Alegre ou triste
Feliz ou infeliz
Mulher ou menina
Sincera ou atriz.
Reservada ou ousada
Madura ou imatura
Vestida ou nua
Sincera ou falsa.
São duas ou uma
Avesso ou direito
Espelho e reflexo
Falso ou verdadeiro
quarta-feira, 25 de maio de 2016
desarmada pecadora
Com um sorriso de menino
Um olhar sedutor
Invadiu meus pensamentos
E eu desarmada
Fiquei refém de você
E sem que eu soubesse
Mesmo tentando me proteger
Distraída que estava
Cativada por seu jeito de ser Desarmada me tornei
Refém de você. ..
Infelizmente não posso
Ainda que tentada
Roubar te beijos
Prender lo em meus braços
O proibido nos afasta
Sendo o desejo que me domina
Mas você invade meu espaço
Decifra me no olhar
E vou me rendendo
Presa na armadilha
Escondida na prisão
que me torna refém de você
Meu desejo pecador
Me faz pecadora também
E desarmada me rendo
Sem defesa
Sem dissimulação
De você sou refém
Um olhar sedutor
Invadiu meus pensamentos
E eu desarmada
Fiquei refém de você
E sem que eu soubesse
Mesmo tentando me proteger
Distraída que estava
Cativada por seu jeito de ser Desarmada me tornei
Refém de você. ..
Infelizmente não posso
Ainda que tentada
Roubar te beijos
Prender lo em meus braços
O proibido nos afasta
Sendo o desejo que me domina
Mas você invade meu espaço
Decifra me no olhar
E vou me rendendo
Presa na armadilha
Escondida na prisão
que me torna refém de você
Meu desejo pecador
Me faz pecadora também
E desarmada me rendo
Sem defesa
Sem dissimulação
De você sou refém
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