segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Teu medo

 Teu medo paralisa

E você finge que não vê

Que essa sua indiferença 

E seu medo de me amar

Me olha como quem não vê

Me deseja sem deixar que eu o toque

É covarde sua intensa vontade em me prender

E me solta 

Quer beijar e não beija

Sentir e sente

Arder mas arde

E esse seu medo 

Te aprisiona longe de mim

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